menina de vidro

beirava uns sete oito medindo uns poucos palmos e já chacoalhava os cabelos como se vivesse a dizer nãos andava vagarosa como a carregar em si um mundo todo repleto de coisas de quebrar era inteira de vidro dos ossos aos olhos da pele ao coração toda por quebrar sustentara-se tanto que chegara aos doze …

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covardes

há sempre o que temer nos homens, pois em todos há sempre algo a se perder – ainda que este algo uno seja somente a própria vida (pura em si). quando há esse risco iminente, as coragens todas brotam dos homens; até mesmo dos mais covardes. de algum modo, todos os homens são covardes por …

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conveniência

conveniência é descalçar os pés e culpar os espinhos e pedregulhos. é uma pena que esse mundo não saiba que a culpa é sempre de quem pisa.